Parece que a gente não consegue né? Ficar em paz. O nosso equilíbrio é como um pêndulo, parece.
Puxa muito de um lado, ele vai ao extremo depois. Hora de um lado, hora de outro.
Eu precisando muito de palavras, de atenção. Como já pedi e te falei antes: "Eu preciso que você fale comigo. Eu não sou adivinho". E quando eu digo isso eu quero dizer tudo... Tem horas que eu sinto que você guarda muito pra você. Temo pela sua sanidade, sinto por você. Quero você bem. Guardar coisas assim nunca é bom, nunca faz bem. Eu sei disso, vivi isso, mais do que ninguém. Mas tá, cada pessoa é diferente, tudo bem. Daí nessa dinâmica, eu acabo achando que devo segurar também. Achando que tudo que eu falo é pressão, é forçação, é incômodo, é te culpar. Tô me vendo de novo voltando a ser cheio de dedos, a escolher palavra. A não saber como agir. Não sei que que aconteceu. Não sei mesmo. Tudo isso pode ser só mais paranóia, insegurança e autosabotagem, de novo. Então eu respiro, medito. E continuo deixando espaço. E ele vai crescendo. Eu aqui, nesse vazio...
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