Podem, tudo que quiserem, podem
porque eu acredito hoje que aguento,
porque o que ouço não é idem
É um incessável sentimento,
talvez uma necessidade
ou somente uma vontade, que parece de verdade
É só manter o meu sorrir
e me calar, aguentando
mesmo que esteja a implodir
Vou esforçar um olhar brando
Não sei se vale a pena
continuar sem ver um problema
e não tenha vocês
e não tinha você
e não tinha
e não
Se preocupar se um dia isso me ferirá
Olhar pra tráz e ver uma mente vazia
Não muda se for só insanidade feita desde de aquele antigo dia
Não há como disso surgir alguma ira
Porque o que pratico é o oposto a isso
E quero senti-lo por todos vocês
Um pensamento que flui naturalmente em mim
porém certas vezes, não poucas,
gostaria de me arrancar de mim mesmo
sanar de vez essa quase esquizofrenia, que chegou um dia e não foi embora
eu quero ter vocês
eu queria ter você
eu queria
eu
necessito de algumas sugestões
pra Viver,
pra sentir,
pra aprender,
lembrar novas emoções
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Saudades de Ricardo Reis
Estou sentado à beira-mar
Olho ao lado e você está ali
mas não enlaçamos nossas mãos
Não falamos do que nos traz saudade
Nossos sonhos não são compartilhados
A felicidade parece ser ilisória
O que foi conquistado
Não é palpável e não tem gosto
Afago a grama buscando
qualquer presença pra me confortar
E mesmo assim não aprendemos juntos
Não atinjo a plenitude uma vez dita ideal
Tu não vens pra me aquecer na ventania
Não entendo seus suspiros
Parecemos opostos em tanta agonia
Acho que não ouviste meus gritos
Mais distantes que o pôr do nascer
Buscando certezas que ainda não sei
Conseguimos trocar opiniões e saber
A dúvida que ainda reside é se amei
Porém me foges
teu nome
teu gosto
teu rosto
Olho ao lado e você está ali
mas não enlaçamos nossas mãos
Não falamos do que nos traz saudade
Nossos sonhos não são compartilhados
A felicidade parece ser ilisória
O que foi conquistado
Não é palpável e não tem gosto
Afago a grama buscando
qualquer presença pra me confortar
E mesmo assim não aprendemos juntos
Não atinjo a plenitude uma vez dita ideal
Tu não vens pra me aquecer na ventania
Não entendo seus suspiros
Parecemos opostos em tanta agonia
Acho que não ouviste meus gritos
Mais distantes que o pôr do nascer
Buscando certezas que ainda não sei
Conseguimos trocar opiniões e saber
A dúvida que ainda reside é se amei
Porém me foges
teu nome
teu gosto
teu rosto
Assinar:
Postagens (Atom)